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O Consultor Líder de Projetos Darci Prado é Engenheiro Químico e tem especialização em Engenharia Econômica e Logística. Foi professor da Escola de Engenharia da UFMG e trabalhou na IBM. É sócio representante da DP Informática Ltda ., empresa fornecedora de serviços para o INDG. Tem atuado basicamente em Gerenciamento de Projetos e prestou serviços a dezenas de organizações brasileiras, tanto em consultoria como em treinamento. Possui o Certificated Senior Project Manager (Nível B) em Gerenciamento de Projetos pela IPMA (International Project Management Association). Participou da fundação e é presidente da representação do IPMA em Minas Gerais. Participou da fundação dos capítulos do PMI (Project Management Institute – USA) em Minas Gerais e Paraná, foi membro da Diretoria do PMI-MG entre 1998 e 2002 e é membro do Conselho Consultivo da Diretoria desde 2003. É autor de livros sobre Gerenciamento de Projetos e Pesquisa Operacional, da metodologia MEPCP, do modelo de maturidade MMGP e do software SISGEP. Está conduzindo, desde 2005, uma pesquisa sobre Maturidade em Gerenciamento de Projetos, juntamente com o Prof. Russell Archibald e 40 voluntários, sendo que este trabalho alcançou projeção e reconhecimento internacional (veja www.maturityresearch.com). O Prof. Darci tem participado ativamente da divulgação deste trabalho, tanto no Brasil como no exterior. |
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Livros Publicados pelo INDG-Tecs
Outras Publicações
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Como especialista em Gerenciamento de Projetos, como define esta metodologia? Em quais segmentos você já treinou e orientou com este objetivo? Os projetos que ocorrem nas organizações são classificados em quais categorias ?
De que forma o INDG pode ajudar as organizações a atingirem estágio de excelência em Gerenciamento de Projetos? Quando iniciamos um novo contrato em uma organização, geralmente efetuamos uma medição da maturidade. Então, nosso trabalho consiste em treinar o cliente para a melhoria da maturidade, sendo que efetuamos o treinamento tanto em sala de aula como no formato OJT (On the Job Trainning). É principalmente por meio do trabalho da parceria cliente-consultor, no dia-a-dia, que transferimos nosso know-how ao cliente. Geralmente as empresas iniciam o trabalho com nossos consultores com uma maturidade abaixo de 2 e, após um ano, estão próximas de 3, o que representa um enorme avanço. Em alguns clientes temos elaborado um plano para dar prosseguimento no avanço na maturidade para os próximos anos. O atingimento do nível 4 representa um estágio muito bom e que poderia ser chamado de excelência. |
Quais são os projetos liderados por você atualmente?
Outros projetos de destaque estão sendo executados em empresas de telecomunicações, relacionados com o lançamento de novos produtos, aspecto crucial para a sobrevivência neste segmento extremamente competitivo. Finalmente, um trabalho que gosto muito se refere a uma organização governamental cuja missão tem um enorme impacto social na área rural, e nela estamos efetuando Planejamento Estratégico, Gerenciamento de Projetos e Melhorias de Resultados (GPD e GMD). Os resultados dos últimos anos foram extraordinários e ela deve se tornar um modelo para algumas dezenas de organizações similares no Brasil. Certamente o trabalho já encerrado no Governo MG muito me orgulha, pois foi o primeiro, mostrou o quando pode ser feito nesta área e criou multiplicadores. E, de uma maneira geral, de que forma o INDG pode contribuir para que as empresas atinjam melhores resultados em suas atividades? Por outro lado, acredito que inovação de produtos e processos será o grande diferencial dos próximos anos. Aliás, uma pesquisa da FDC de 2006 mostrou que, das 500 maiores empresas em 1973, apenas 23% permanecem no ranking, e inovação foi uma das razões do sucesso. Outra pesquisa deste ano, desta vez da McKinsey em nível mundial, mostra que 74% dos altos executivos vêem na inovação a principal ferramenta para sobrevivência e crescimento. E gerenciamento de projetos é um dos pilares da inovação, fazendo com que as idéias sejam transformadas em resultados de forma correta e no tempo correto. E quando um projeto está em andamento, quais são as dificuldades mais comuns verificadas nas empresas? |
estão nos estágios iniciais/intermediáros de maturidade, um dos principais problemas relaciona-se com a definição do escopo, que muitas vezes é incompleta ou incorreta, o que ocasiona dificuldades no comprometimento com a meta. Outro aspecto que atrapalha muito é a comunicação inadequada. Em ambiente de governo, a falta de recursos no meio dos trabalhos muitas vezes é fulminante para o projeto. Até que ponto os negócios de uma empresa dependem fundamentalmente da sua capacidade de planejar e executar projetos com eficiência? O que falta para melhorar esta situação? A habilidade brasileira atual é baixa, conforme mostrado na pesquisa de maturidade 2006, que apontou a média de 2,4, em uma escala de 1 a 5. Outro dado importante da mesma pesquisa: o nível de sucesso de projetos da categoria Tecnologia da Informação é de 53%. São dados preocupantes para um país que quer conquistar uma posição de destaque no cenário das nações. A evolução exige inicialmente a constatação deste fato e, então, a elaboração de um plano de crescimento que aborda dimensões como competência, metodologia, informatização, estrutura organizacional e alinhamento estratégico. É um trabalho de longo prazo que deve ser levado muito a sério para não estancar no meio do caminho. Para um consultor no início de carreira que deseja especializar-se na metodologia de GP, qual é o caminho a ser trilhado? Existe uma habilidade diferencial? Qual a principal responsabilidade ao se tornar um dos sócios da maior organização de consultoria em gestão empresarial do Brasil? Por outro lado, reconheço que o Brasil tem enorme problemas sociais mas tem tudo para fazer parte do primeiro time de nações. Então, o trabalho que o INDG vem desenvolvendo em organizações públicas e privadas já é um diferencial e poderá ser ainda muito mais. Este fato está sendo cada vez mais conhecido no Brasil, principalmente por meio da divulgação pela mídia de nosso trabalho para os governos estaduais. Assim, quanto mais nos tornamos conhecidos no Brasil, maiores serão as expectativas e responsabilidades dos consultores do INDG.
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