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O administrador de empresas Erico Costa Barros é graduado no Brasil com especializações em gestão administrativa pela Harvard University - USA e Economia e Finanças, pela Cambridge University, Inglaterra. Destacam-se também em seu currículo os cursos Controladoria - Fundação Getúlio Vargas, Information Technology Course and Communications Skills (Inglaterra) e Especialização em Avaliação dos Negócios Governamentais - Public Affairs - Universidade de São Paulo.

Erico atua como Consultor Líder de Projetos em empresas clientes dos setores têxtil, bancário, securitário, distribuidora de produtos farmacêuticos, embalagens, frigoríficos, indústria de cimentos, indústria de celulose e papel, indústria de borracha sintética, companhia energética, concessionárias de veículos. Participou de diversos treinamentos ministrados pelo INDG e FDG. É sócio representante da ERICO BARROS CONSULTORIA LTDA., empresa fornecedora de serviços para o Instituto.

Seus conhecimentos o capacitam a liderar projetos nas abordagens a seguir: Implantação de Soluções Gerenciais para Redução de Despesas Fixas, e de Aumento de Receitas, Gerenciamento de Capital Empregado, Gerenciamento pelas Diretrizes, Mapeamento, Reestruturação e Redesenho de Processos, Gerenciamento da Rotina, ISO 9000:2000.

Para qualquer que seja a solução proposta em uma organização, é sempre possível que haja uma meta financeira a ser alcançada? Tudo pode ser priorizado em indicadores financeiros? O INDG tornou-se especialista nesta missão?
A meta financeira de melhoria dos resultados deve ser sempre perseguida, considerando que toda empresa, por definição, deve ser um ente voltado a crescer com resultados, os quais são traduzidos, necessariamente, pelos sucessos financeiros alcançados. Nada na empresa é feito sem sensibilizar as contas de despesas e/ou receitas. As despesas, invariavelmente, e as receitas só se bem conduzidas e administradas.

Portanto, todas as ações executadas devem ser monitoradas, por indicadores, no sentido de verificar se estão agregando valor, caso contrário devem ser descontinuadas.

Este esforço de gestão, que já é grande, não é suficiente, pois os modelos de gestão empresarial modernos, que estão em constante evolução, transcendem à restrita administração dos ativos e recursos colocados à disposição de seus administradores. Não mais se admite uma gestão que não se preocupe com todos os stakeholders.

A administração moderna tem como finalidade precípua criar um modelo de gestão capaz de crescer com um retorno de capital investido atrativo, para perenizar sua existência, mas também, de acordo com as demandas e necessidades de todos os stakeholders. A relação da empresa com a sociedade civil e militar, meio ambiente, governos e colaboradores de todos os níveis e origens deve ser uma presença constante e rotineira nas atividades dos administradores modernos, sob pena de não só descontinuarmos a empresa, mas, também, inviabilizar o planeta que deixaremos para nossos filhos e netos.

O INDG, realmente, tem como seu princípio de trabalho a obtenção de resultados para todos os stakeholders.

A equipe técnica está preparada para trabalhar com este foco financeiro? De que maneira?
O alcance de resultados crescentes e sustentados é consequência da existência de um sistema de gestão robusto, no qual se insere, entre outros, a administração de gastos e receitas, com a utilização do método de análise e solução de problemas, lembrando sempre que o método é um instrumento para resolver problemas - NÃO É A SOLUÇÃO!!

Os nossos profissionais, desde a sua entrada na organização, são treinados, exaustivamente, no método PDCA; têm completa intimidade com as diversas técnicas de soluções de problemas, além de serem treinados, também, em análise financeira, quando já não trazem este conhecimento dos bancos escolares.

Quais as dificuldades mais comuns encontradas nas empresas e que podem ser solucionadas por meio das abordagens implementadas pelos técnicos do INDG?
Sabemos que os recursos existentes e à disposição dos gestores são cada vez mais caros e escassos; portanto, a busca de aumento da produtividade tem sido uma constante e, diria, até de forma obsessiva, notadamente quando se refere à redução de desperdícios.

Nossas soluções são, de verdade, imbatíveis quer na racionalização das despesas de forma direta, quer no reprojeto dos processos e reestruturação de estruturas, bem como para o aumento de receita de forma sustentada.

Em sua opinião, qual é o grande diferencial do INDG para atrair uma demanda de segmentos tão diversos?
A razão de nosso sucesso, em qualquer empresa, independentemente de seu tamanho ou segmento em que atua é que trabalhamos na construção de um sistema de gestão empresarial que reflita diretamente seu sucesso no demonstrativo de resultados da empresa, em busca da excelência. Buscar excelência é fazer com que todas as ações agreguem valor para a empresa, por meio de um conjunto de processos distintos, porém interdependentes e com um mesmo objetivo: MELHORAR OS RESULTADOS.

O que é mais importante ao avaliar um integrante de equipe liderada por você? Capacidade de produzir resultados ou conhecimento técnico?
Não vejo como separar uma coisa da outra. Por definição fazemos uma parceria para buscar, com o cliente, resultados relevantes e perenes e somente com conhecimento conseguiremos quebrar a inércia e os paradigmas existentes.

O que vislumbra para o futuro da gestão no Brasil?
Sou otimista quanto ao rumo que as empresas no Brasil estão seguindo em busca de melhorar suas performances, obter melhores resultados e inserir-se no contexto mundial. Alguns indicadores mostram esta tendência, como o aumento das exportações, produtividade agrícola, presença do Brasil em empresas internacionais e tantos outros.

O que se deve discutir não é mais a mudança pois ela chegará, por ser questão de sobrevivência; o que devemos acelerar é o tempo desta mudança para não perdermos mais terreno.

Quais são os projetos sob sua liderança no momento?
Atualmente, estou atuando nos seguintes setores:

Indústria de Embalagens, Cimentos, Plásticos, Elevadores; Seguradora, Corretora de Seguros, Administradora de cartões de crédito, Concessionários de caminhões, ônibus, automóveis, motocicletas e consórcios; Empresa de Energia Elétrica.

As soluções empregadas visam ao crescimento sustentado das receitas, gerenciamento de gastos e gerenciamento da rotina com reestruração de processos.

Cada empresa tem sua cultura, sua história. Quando sua equipe inicia um projeto em um cliente, qual costuma ser o maior desafio encontrado?
De início, em todas as empresas, sem dúvida o mais difícil é aquilo que chamamos de “quebrar as barreiras”, significando adquirir a confiança do novo parceiro.

O cliente precisa acreditar que somos parceiros e não concorrentes; chegamos para trazer conhecimento gerencial que ele precisa e não para substituí-lo no aspecto técnico operacional, pois não é o que sabemos fazer.

Isto conseguido, passa-se à fase de ensiná-lo a tirar bom proveito de nossa presença como instrutores de um método e de novas técnicas e não como “mão-de-obra” locada. O cliente precisa confiar no que trazemos como novidade para o aprimoramento do sistema de gestão da empresa.

Caso não mudem, se nada de novo for feito, continuarão, exatamente, no mesmo lugar.

Em resumo: quebrar paradigmas sempre é o maior desafio, pois mudanças implicam retirar pessoas da zona de conforto.

Estabelecer metas ou cumpri-las? Qual dessas etapas exige mais da habilidade de um consultor em gestão empresarial?
A identificação de metas requer habilidades, conhecimentos gerenciais e análises profundas sob pena de as estabelecermos sem desafios ou de difícil alcance. No primeiro caso, não se sentindo estimulado, o gestor tende a esmorecer no caminho da melhor performance; alternativamente, se a meta é inexequivel, leva

o gestor a procurar caminhos independentes que muitas vezes não estão atrelados aos indicadores fins da empresa.

Alcançar a meta, logicamente, não é tarefa fácil, admitindo-se que ninguém se torna campeão só por expressar tal desejo – precisa praticar, treinar, usar técnicas modernas de aprendizado. Para atingir uma nova meta a semelhança é total, pois obriga o gestor sair de um patamar para um outro superior e há a necessidade de conhecer o problema, localizá-lo com precisão, assim como as causas que impedem a consecução de seu objetivo. Esta missão só se atinge com total conhecimento do método e análises exaustivas.

Após realizar o diagnóstico em uma organização, o melhor é começar a tratar os problemas mais simples ou “atacar” inicialmente os mais complexos?
Um diagnóstico (financeiro + organizacional + operacional) procura identificar os maiores problemas da organização, ou seja, quais os efeitos indesejados existentes; o que está “tirando o sono” dos gestores. Normalmente, a adjetivação simples ou complexa refere-se aos processos ou causas e não aos problemas.

Levantamos todas as oportunidades de melhoria relativas aos maiores problemas identificados que, por definição trarão os melhores resultados e, possivelmente os maiores também, em termos financeiros.

Definimos um plano de melhorias e ligamos diretamente o acompanhamento do plano ao resultado financeiro – linha do DRE;

Sempre é possível realizar as etapas modularmente, desde que haja foco no Sitema de Gestão, como um todo.

Qualquer empresa está apta a iniciar um projeto em parceria com o INDG? Quais são os fatores necessários?
O INDG tem como missão:

“Criar, captar, processar e transferir o conhecimento gerencial necessário à obtenção de resultados para garantir a sobrevivência e o crescimento das organizações e, assim, contribuir fortemente para a melhoria das condições de vida da humanidade”.

Está contido no bojo desta missão, com certeza, a redução da “mortalidade infantil” das empresas brasileiras.

Portanto, para que sejamos receptivos em qualquer organização é necessário que haja liderança, traduzindo-se esta afirmação como o comprometimento da Alta Administração, o que irá provocar a mudança de postura, atitude, comportamento e cultura da organização.

É fundamental que a organização possua equipe capaz de absorver os treinamentos e ensinamentos visando a entesourar e perpetuar o método, técnicas e ferramentas utilizadas na busca de resultados.

Qual a principal responsabilidade ao se tornar um dos sócios da maior organização de consultoria em gestão empresarial do Brasil?
Sendo o INDG uma empresa de grande porte no setor em que atua, isso traz como responsabilidade social a necessidade de ser perene pois várias famílias dependem de nosso sucesso.

Por outro lado, sendo uma empresa voltada à educação e treinamento de gestores de empresas, necessita ter sempre em seus quadros profissionais de alto gabarito que são formados dentro de casa e por nós, mais experientes.

Sendo formadores de opinião, em larga medida, não podemos esquecer jamais o nosso comportamento ético, temos que ter total adesão à missão, crenças e valores do INDG.

Realmente, é uma grande responsabilidade, sendo mais um marco de minha história profissional.

 

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