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Luiz Roberto Prates é engenheiro civil e mestre em Engenharia Econômica pelo Instituto Superior Técnico, Lisboa, 1989. Participou de várias Missões de QFD (JUSE/NKTS, Japão, 1995, E.U.A, 1995, Suécia, 1997 e Sidney, 1998) e da Missão BPQM-3 - Programa Brasileiro para Gerenciamento da Qualidade - (JUSE/AOTS, Japão, 1991).

Atua como Consultor Líder de Projetos em empresas clientes dos setores de indústria automobilística, de bebidas, de calçados, de resinas termoplásticas, metalurgia, comunicações, siderurgia, serviços hospitalares, eletrodomésticos, telecomunicações, companhia energética, calçados, construtoras e outras. Participou de diversos treinamentos ministrados pelo INDG, FDG e FCO. É sócio representante da ANSWER CONSULTORIA EMPRESARIAL LTDA., empresa fornecedora de serviços para o Instituto.

Seus conhecimentos o capacitam a liderar projetos nas abordagens Gestão da Inovação, Gerenciamento pelas Diretrizes, Gerenciamento da Rotina, Formulação Estrat égica, Diagnóstico do Gerenciamento da Rotina e Reprojeto de Processos.

 

Trabalhos e Publicações:

- Autor do livro: Modelo Heurístico para Alocação de Recursos em Projetos de Construção - Editora LNEC, Lisboa, Portugal (1989);

- Autor do livro: QFD Planejamento da Qualidade - Editora FCO, Belo Horizo nte, Brasil (1995).

- Apresentou trabalhos nos Seminários Internacionais de QFD de Detroit, 1995, de Linköping, 1997, de Sidney, 1998;

Em quais segmentos empresariais já atuou, implementando a metodologia do INDG?
Já atuei nos segmentos da indústria automobilística, siderurgia, bancos, telecomunicações, serviços hospitalares, bebidas, serviços de planos de saúde, calçados, construção civil, comunicações, energia, comércio, entre outros.

Quais são os projetos sob sua liderança no momento?
São os seguintes projetos: 1) Aumentar o faturamento/rentabilidade de uma empresa de calçados por meio da Gestão de Portfólio de Produtos, 2)Aumentar a rentabilidade de uma empresa siderúrgica por meio do desenvolvimento de novos produtos de maior valor agregado para novos mercados, 3)Aumentar a produtividade de serviços numa construtora por meio do gerenciamento da rotina e 4)Melhorar a qualidade de vida dos funcionários e o atendimento numa rede de serviços hospitalares por meio dos 5S.

Cite os projetos dos quais participou ou liderou e que considera bons exemplos de sucesso.
Um deles foi desenvolvido numa empresa que presta serviços no segmento de telecomunicações – conseguimos ajudar a empresa, em um ano de projeto, a reverter 3 anos de prejuízo em lucro e tornar-se o “benchmark” do setor. A solução utilizada foi constituída pelo gerenciamento pelas diretrizes e gerenciamento da rotina.

Outro projeto ocorreu numa rede hospitalar, onde ajudamos a empresa a aumentar a sua rentabilidade e a melhorar o seu caixa, por meio do reprojeto dos processos de suprimentos (redução dos estoques), de gestão de pessoas (redução do turn over) e do planejamento e controle (redução de custos e aumento do faturamento).

Quais experiências um profissional adquire no INDG?
A primeira delas é aprender a ouvir e observar o ambiente e os resultados da empresa para identificar quais problemas mais preocupam a alta direção.

A segunda é entender que precisamos sempre estudar e aprender mais, pois nossos clientes estão evoluindo cada vez mais rapidamente e os seus problemas vão se tornando cada vez mais difíceis.

No seu caso, o que mais destaca?
A necessidade de aprendizado constante.

A agenda de um consultor muitas vezes exige que ele esteja, em uma mesma semana, em destinos completamente opostos. Como é esta experiência?
É uma experiência desgastante fisicamente, principalmente nesta época de “apagões”, mas certamente muito interessante e desafiadora, pois convivemos com pessoas diferentes, empresas de segmentos diferentes, equipes diferentes e desafios diferentes.

Como deve se preparar uma empresa que decide contratar a consultoria do INDG? Há                   

algumas dicas que podem facilitar o desempenho do trabalho tanto da equipe do Instituto quanto do cliente?
Devemos entender as questões que preocupam a alta direção da empresa, analisar profundamente os resultados financeiros, conhecer o ambiente de trabalho e construir o projeto junto com o cliente.

É fundamental que a lacuna e o desafio (a meta) estejam claros para o cliente, bem como a solução a ser adotada e o cronograma para sua implementação. Isto facilita a negociação da proposta comercial com o cliente, o desenvolvimento dos trabalhos pela equipe do projeto e o acompanhamento pela administração do instituto.


Quando o ambiente e a liderança encontrados na organização cliente não são favoráveis, quais podem ser as piores conseqüências?
A pior conseqüência seria o não alcance das metas do projeto; mas podemos evitá-la, demonstrando claramente ao cliente o impacto desta situação, propondo contramedidas e, se isto não resolver, é preciso avaliar a possibilidade de paralisação do projeto em conjunto com a administração do INDG.

Em sua opinião, qual é o grande diferencial do INDG?
O foco em resultados.

Como pode expressar em poucas palavras o que significa ser um consultor líder de projetos?
É a satisfação de poder participar, nestes 17 anos, da evolução da nossa instituição FCO/FDG/INDG e de poder ajudar a aumentar a produtividade das nossas empresas e, conseqüentemente, a riqueza do nosso país.

 

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