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Luiz Soares

O Engº Eletricista Luiz Antônio da Rocha Soares é sócio representante da QUALY ALL ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA., empresa fornecedora de serviços para o INDG. Tem pós-graduação em Administração de Marketing (FGV, 1998) e MBA em Administração de Negócios (FGV, 2000). Tem qualificação Lead Assessor (BSI - British Standards Institution, 1995), Sistemas de Qualidade - ISO 9000 (FGV, 1994), Nivelamento Gerencial e Gerenciando Pessoas (Dorsey e Rocha - RJ, 1992), Ferramentas do "JUST IN TIME" (IMAN/SP, 1991). Participou da Missão "TQC para Média Gerência e Coordenadores/Facilitadores de TQC" (JUSE, Japão, 1991);

Atua como Consultor Líder de Projetos em empresas clientes dos setores petroquímico, mineração, indústria e comércio de embalagens, telefonia, refinaria de petróleo, laboratórios, construção civil, operação portuária, operação de containeres, etc. Participou de diversos treinamentos ministrados pelo INDG, FDG e FCO.

Seus conhecimentos o capacitam a liderar projetos nas abordagens Gerenciamento pelas Diretrizes, Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia, Diagnóstico Econômico Financeiro, Redução de Despesas, Reestruturação, Diagnóstico de Desempenho Operacional, Diagnóstico do Gerenciamento da Rotina, Gerenciamento da Rotina de Processos Reestruturados e ISO 9000.

Como foi que o engenheiro eletricista se transformou em consultor em gestão empresarial?
Em 1989 participei de um treinamento ministrado pelo Prof. Falconi, em Barcarena (PA), quando ele era o único consultor, só havia uma apostila e ouvi falar em Qualidade Total pela primeira vez.

Naquela época fazia parte de um grupo na Albrás que buscava novos conhecimentos em gestão, e as ferramentas e o método PDCA apresentados se ajustaram a este fim. Fiz parte de um grupo que se articulou com a Diretoria na implantação do TQC (Total Quality Control), com orientação do Prof. Falconi.

O que mais o atrai na consultoria a ponto de não mais atuar em sua área de formação?
Acredito que tudo começou na Albras, pois fui convidado a Gerenciar 3 áreas: Compras e Contratos, Operação Portuária e um Almoxarifado com US 23 milhões e 35000 itens em estoque. Essas áreas pouco se ligavam à engenharia elétrica. Tudo era novo e, ao praticar as ferramentas e o método PDCA, os resultados logo começaram a aparecer. A FCO começou a ministrar treinamentos na Albras e em outras empresas.

Tudo isso despertou a busca por novos conhecimentos e a paixão pela gestão empresarial, fazendo-me uma pessoa apaixonada e feliz com o que faço, embora na época da mudança tenha hesitado se deveria deixar de ser engenheiro. O Diretor que me fez o convite para assumir esse cargo disse : “O cavalo está passando encilhado pela segunda vez na sua frente, talvez não passe a terceira”, e isto foi decisivo para mim.

Para quem já pensa em ser um consultor, qual seria o “caminho das pedras”?
Acredito que o caminho das pedras é ter foco em resultados, flexibilidade de estilo para lidar com os diferentes tipos de pessoas, sempre buscar opções alternativas para sair das dificuldades peculiares de cada projeto e entender que, por melhor que sejam os resultados e ajuda prestada à organização, sempre seremos um corpo estranho.

Comente sobre os projetos atuais (segmentos e soluções implementadas) nos quais esteja atuando.
Em 2007 atuei nos segmentos varejo (supermercado), embalagens plásticas, prestação de serviços, petroquímica, operação portuária, operação de containeres e alumínio primário. Implantamos soluções para estabelecer o caminho estratégico, melhorar a receita, reduzir despesas, criar rotina, melhorar processos, avaliar e reduzir a estrutura                      

organizacional, utilizando os produtos: Formulação Estratégica, Gerenciamento pelas Diretrizes, Gerenciamento Matricial de Despesas, Gerenciamento da Rotina, Reestruturação Organizacional e de Processos.

Em sua opinião, qual é a característica comum a todos os integrantes da equipe técnica do INDG?
Ser líder, dinâmico, empreendedor, gostar de desafios, vontade e humildade para aprender sempre e utilizar os modelos mentais preconizados pelo Prof. Falconi.

Ao longo de um trabalho, qual é o momento mais difícil e qual o mais gratificante?
Os momentos mais difíceis são: durante a fase de planejamento, em que as metas são definidas; e nas primeiras reuniões da fase de acompanhamento, quando as metas são verificadas, onde observo pessoas céticas e jogando contra. Nesses momentos a liderança, tanto do cliente como do INDG, tem papel fundamental.

Quanto à fase mais gratificante, noto que é quando os resultados começam a aparecer e observo a mudança dos gestores, que passam a valorizar o atingimento das metas nas reuniões de acompanhamento. Finalmente, os relatos e agradecimentos pelas mudanças obtidas, seja na vida profissional ou pessoal, por meio do método, criação de metas e ações para o seu alcance.

De uma maneira geral, de que forma o INDG pode contribuir para que as empresas atinjam melhores resultados em suas atividades?
Acredito que seja aprimorando e criando soluções que estejam em sintonia com as necessidades das empresas, sempre utilizando o método PDCA, desenvolvendo cada vez mais as pessoas, evoluindo no acompanhamento dos projetos e seguindo a filosofia dos fundadores (visão, missão e valores), que nos trouxeram de uma pequena empresa de treinamento até sermos a Maior Empresa Brasileira de Consultoria.

Como é ser responsável pelo treinamento de jovens consultores que um dia serão os protagonistas de grandes mudanças e melhorias nos resultados das organizações ?
É uma enorme responsabilidade. Ao mesmo tempo é gratificante ver jovens consultores, que treinamos e orientamos há quatro ou cinco anos, liderando projetos e se destacando. Essa função de treinadores é uma das mais importantes e devemos entendê-la como missão no INDG.

A qual experiência gostaria de ser submetido na posição de Consultor Líder de Projetos e Sócio do INDG? O que enxerga daqui a mais alguns anos para sua vida profissional?
Gostaria de liderar um projeto no exterior e atuar mais vezes com o produto Gerenciamento Matricial da Receita.

Para o futuro pretendo fazer um MBA em Logística, continuar no aprendizado constante, dar aulas sobre Gestão Empresarial e ser membro do Conselho de Administração de alguma empresa.

Comentar sobre a receptividade que as equipes do INDG vêm recebendo nos clientes em geral.
Normalmente somos bem recebidos em todas as organizações, pois nossa marca já é forte para vários diretores e gestores, fato que aumenta nossa responsabilidade. Para atender à expectativa precisamos entregar melhores resultados e aumentar o nível de satisfação do cliente.

Neste espaço, comente sobre algo que ache importante dentro de sua experiência no INDG.
Gostaria de transmitir aos mais jovens que, ao longo desses 14 anos desde FCO, FDG e INDG passamos por fases excelentes, momentos difíceis, mercado em expansão e contraído, mas, o que sempre norteou nossa organização foi: seriedade, fazer tudo com base no método PDCA, foco em resultados, transparência com os clientes e ética na postura e nos propósitos.

Muitas vezes deparamos com dificuldades, como a venda de um projeto, o relacionamento com áreas da empresa cliente, conflitos internos por visões diferentes e outros tipos de entraves, que serão sempre vencidos quando praticamos a cultura do INDG.

Finalizando, gostaria de deixar a frase de um mestre japonês da época do TQC. “Problema é uma dádiva divina, pois é uma oportunidade de aprendizado e crescimento”.



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