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Renato Copello Lamarca é engenheiro mecânico, possui MBA em Gestão de Negócios e atua como Consultor Líder de Projetos em empresas clientes dos setores siderúrgico, metroviário, indústria sucroalcooleira, indústria de cerâmicas e plásticos, laboratório farmacêutico, logística e esfera pública, dentre outros. Participou de diversos treinamentos ministrados pelo INDG e FDG. É sócio representante da SMT CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA., empresa fornecedora de serviços para o Instituto. Tem a qualificação de Lead Assessor of Quality Systems (Neville Clarke International, 1995) e Environmental Auditing Techniques (The Arthur D. Little, Health, and Safety Training, 1995);

Seus conhecimentos o capacitam a liderar projetos nas abordagens a seguir:
Gerenciamento da Rotina, Gerenciamento pelas Diretrizes, Confiabilidade, Seis Sigma Black Belts, ISO 9000:2000, Sistema de Padronização, Diagnóstico do Gerenciamento da Rotina, Gerenciamento pelas Diretrizes, Mapeamento, Reestruturação e Redesenho de Processos.

Por que você ingressou na carreira de consultoria em vez de seguir a carreira de Engenharia Mecânica? Quais foram os benefícios dessa escolha?
Em determinado momento da minha vida profissional tive que coordenar a implementação do Sistema de Garantia da Qualidade na indústria em que atuava como engenheiro, e neste momento senti uma grande satisfação pessoal atuando como instrutor e consultor interno na empresa. A partir de então, tive que optar entre seguir a carreira de engenheiro ou partir para uma nova carreira, conduzindo orientação para Sistemas de Gestão, que foi o caminho escolhido.

O principal benefício de atuar como consultor está na possibilidade de ajudar todo tipo de organização na melhoria dos seus resultados. Não há nada mais gratificante profissionalmente do que acompanhar a melhoria dos resultados de uma organização, potencializados por intermédio da aplicação de método de gestão.

Quais são os projetos sob sua liderança no momento?
Atualmente estou liderando projetos em indústria sucroalcooleira, terminal portuário, secretaria municipal de saúde e rede de concessionários de veículos leves.

Nestas experiências destaco o projeto da secretaria municipal de saúde como o mais gratificante, principalmente porque a meta está relacionada à redução da taxa de mortalidade, contribuindo diretamente para melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano. É de extrema importância cuidar da vida e trabalhar na prevenção de doenças, e neste caso o método de gestão é fundamental.

Outros projetos que destaco são o da indústria sucroalcooleira, principal protagonista na entrada dos biocombustíveis no cenário mundial e o projeto do terminal portuário, grande responsável pelo crescimento do País na cadeia logística.

Tem preferência por atuar em algum setor específico? O que mais o atrai neste (s) segmento (s)?
Atualmente não tenho preferências de segmento.

Aponte os projetos dos quais participou ou liderou e de que tenha mais orgulho.
Um dos projetos que me deu maior orgulho foi o de uma empresa de transporte metroviário. Neste projeto tivemos a felicidade de alcançar um resultado de performance muito acima da meta estipulada, e a maior beneficiada foi a população usuária. O reconhecimento da nossa contribuição foi coroado com o recebimento de troféu para cada consultor das mãos do presidente da empresa, com o auditório lotado.

Em sua opinião, qual é o grande diferencial do INDG para atrair uma demanda de segmentos tão diversos?
O maior diferencial do INDG é a entrega de RESULTADOS. Não importa o segmento, todos precisam entregar resultados para as partes interessadas. E o Método de Gestão pode potencializar esses resultados, desde que se tenha nas empresas boa Liderança e domínio sobre o Conhecimento Técnico do negócio.

Quais as dificuldades mais comuns encontradas nas empresas e que podem ser solucionadas por meio das abordagens implementadas pelos técnicos do INDG?
Uma das dificuldades mais comuns é a falta de foco em resultados, em todos os níveis. Normalmente os profissionais não conseguem relacionar o resultado do seu trabalho ao resultado do seu setor e muito menos aos resultados da empresa. Cada um fica fechado no seu “mundinho”. Em geral, quando entramos numa organização, a primeira coisa a ser feita é a definição dos resultados que serão alcançados, ou seja, as metas globais, e a partir daí trabalhar fortemente para que todos entendam a contribuição do seu trabalho nos resultados da organização.

Ao avaliar um membro de sua equipe, que peso costuma dar aos tópicos conhecimento técnico, produtividade, capacidade de trabalho em grupo e planejamento?

Sem dúvida nenhuma o sucesso do INDG se deve também à equipe de consultores, sem a qual seria impossível o crescimento fantástico obtido nos últimos anos. A capacidade que temos de captar e desenvolver consultores é notória. Portanto, a avaliação dos consultores torna-se uma ferramenta importantíssima neste processo. Quando avalio um membro da equipe, associo diretamente aquele profissional com os resultados que o INDG precisa entregar. Desta forma, o conhecimento técnico das soluções, a produtividade, capacidade de trabalho em equipe e planejamento são fundamentais, mas como atuamos em equipes de projeto, costumo dar maior peso a capacidade de planejamento e ao trabalho em equipe.

Que conselhos você daria aos jovens talentos do INDG para conseguirem trilhar uma carreira de sucesso na profissão de consultoria?
Acreditem sempre que o nosso trabalho pode produzir muito resultado nas organizações. Não desanimem com os obstáculos, sempre teremos muitos a superar.

Nunca deixem de ajudar um colega menos experiente, o nosso futuro depende diretamente da formação de consultores.

Quando não souberem algo, não deixem de pedir ajuda aos consultores mais experientes.

Nunca parem de estudar, mas lembrem-se: só ganhamos habilidades quando o conhecimento é aplicado.

O resultado é maximizado com o trabalho em equipe. Todos são importantes.

Um CLP ainda tem degraus a subir? O que enxerga daqui a mais alguns anos para sua vida profissional como sócio da maior organização de consultoria em gestão empresarial do Brasil?
Sim, os CLPs ainda têm degraus a subir, principalmente na busca do seu próprio “network”. Para o futuro do INDG é muito importante, entre outras coisas, o bom relacionamento estabelecido com as pessoas que nos contratam e indicam, principalmente porque nos conhecem e confiam em nosso trabalho.

Nos próximos anos, além de assegurar um bom “network”, pretendo continuar estudando e contribuir muito na formação de consultores, sem o que não conseguiremos crescer à taxa atual.

 

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