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Marcílio Antônio Fernandes de Andrade é graduado em Engenharia Mecatrônica pela PUC Minas e possui MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Tem 32 anos e atualmente é CL em 2 projetos: Prefeitura do Rio de Janeiro e Americanflex Indústrias Reunidas. Ambos com o objetivo de incrementar a receita por meio da solução GMR. Quando optou por trabalhar como consultor, o engenheiro vislumbrou oportunidades que, segundo ele, só a consultoria poderia lhe oferecer: • O aprendizado que é proporcionado por meio do contato diário com vários consultores de características diferentes e pelo trabalho ímpar desenvolvido em cada projeto. |
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![]() Marcílio Andrade (1º à direita) durante reunião de formalização de início de projeto na Prefeitura do Rio de Janeiro. ![]() Equipe de projeto em Wilton. ![]() Treinamento de Blue Line em Wilton. |
“A união de todos estes fatores me leva a acreditar que meu trabalho no INDG proporciona um crescimento profissional que não conseguiria mesmo por meio de várias especializações”, destaca. Marcílio, que ingressou no INDG como trainee no ano de 2003, afirma que teve um crescimento enorme desde aquela época. Apesar de já desempenhar uma função de liderança na empresa que trabalhou anteriormente ao INDG, ele conta que não sabia como gerenciar de forma eficiente e voltada para os resultados, apesar de sempre achar que sim. “Hoje vejo que isso é um problema comum nas organizações. Muitas vezes os líderes focam seus esforços nos meios e se esquecem dos fins. Só depois que entrei no INDG é que percebi a diferença entre apagar incêndios e realmente gerenciar para resultados. Quando se está apagando incêndios não se encontra tempo para melhorar os resultados. Se não há melhoria nos resultados não há atingimento de metas e quem não atinge metas não gerencia”, resume. “Já atuei em empresas privadas no Brasil e no exterior e também na área pública. Essa diversidade de campos de atuação acaba nos proporcionando uma grande crescimento profissional, pois cada projeto se torna um desafio único." Este acionista, recentemente incorporado ao quadro do INDG, percebe que, em cada tipo de organização, pública, privada ou localizada no exterior, possui um nível de conhecimento, uma velocidade de tomada de decisões e um clima organizacional diferentes. Por ter experiência nestes três tipos de organizações, Marcílio Andrade diz que esta diversidade aprimora a capacidade do consultor de adaptar o método à realidade de cada empresa. “Essa percepção é fundamental para o exercício da consultoria”, ressalta. Outro ponto importante, segundo o consultor, é que independentemente de todas estas diferenças entre empresas privadas, públicas, estrangeiras e etc., um fator essencial para o sucesso de projetos é comum a todas elas: a liderança. “Creio que o bom líder é aquele que conquista a confiança dos seus subordinados e consequentemente consegue promover as mudanças, fator sempre presente em nossos projetos. Essas mudanças, na maioria das vezes, geram certo desconforto nas pessoas, e se não bem administrado, este desconforto pode se converter em resistência. Agindo com transparência e clareza a lidernança impede que isso aconteça e prepara as bases para motivar e inspirar as pessoas a conseguirem melhores resultados, que é sempre o objetivo final. Unindo uma forte liderança com a aplicação correta do método gerencial, o alcance de resultados é certo”, indica Marcílio. Marcílio Andrade se vê contribuindo para o aumento da qualidade de vida da população do País e que este é motivo de inspiração para prosseguir no caminho da consultoria. “Estamos auxiliando as organizações brasileiras a se tornarem mais competitivas. Sendo mais competitivas, estas organizações podem produzir e exportar mais, ajudando o País a crescer. Quando atuo em organizações públicas, a satisfação ainda é maior porque sei que o resultado do nosso trabalho é revertido diretamente para a população por meio de um equilíbrio maior das contas públicas e um melhor uso dos recursos públicos. Há ainda muito a se fazer pelas organizações brasileiras públicas ou privadas. A área privada se encontra num nível melhor de resultados até mesmo por se tratar de uma questão de sobrevivência. Mas na área pública ainda observamos muitos desperdícios de recursos. Acredito que existe agora um movimento muito interessante dos administradores públicos no intuito de reduzir ou eliminar esses desperdícios. Como cidadão brasileiro, espero sinceramente que esse movimento se perpetue”, diz. Reconhecimento no exterior "Um fato que me marcou muito aconteceu quando estava trabalhando numa empresa de siderurgia nos EUA. O projeto dependia do envolvimento dos operadores da indústria. No início fomos recebidos com um pouco de desconfiança, mas logo os resultados começaram a aparecer e isso foi motivando os operadores a melhorá-los ainda mais. Até o ponto em que conseguimos atingir níveis de resultados que a planta nunca tinha registrado desde seu início em 76. A euforia e o reconhecimento foram tantos que foi posto, por iniciativa da empresa, um outdoor na cidade onde estava instalado, ressaltando os resultados atingidos pelo projeto. É muito gratificante ver seu esforço ser reconhecido." Dicas de quem agora também é dono “Considero que, para ser um bom consultor, é primordial um profundo conhecimento do método PDCA e suas aplicações. Além disso, entendo que são fundamentais disciplina, capacidade de análise crítica, capacidade de leitura de ambientes, relacionamento com cliente e equipe, e, por último, mas não menos importante, o comprometimento com os resultados. Reunir todas essas características nos faz confiantes para enfrentar as mais variadas situações encontradas em cada projeto e em cada organização e é garantia de sucesso na profissão.” |
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Por ter sido convidado para compor o quadro de acionistas atuais do INDG, Marcílio diz que o comprometimento e a vontade de superar desafios não mudam. Porém, como tal, reconhece que sua responsabilidade aumenta ainda mais. “Estou muito motivado a seguir auxiliando as maiores organizações brasileiras a melhorar seus resultados e, desta forma, sei que ajudarei a construir um Brasil melhor”, conclui. |
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