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Desafio. É assim que Priscila Nogueira enxerga a consultoria. Anteriormente ela foi gerente de sistemas de informação na área bancária e gerente comercial na área de telecomunicações e até consultora em outras empresas, mas com firmeza ela afirma que a experiência no INDG é bastante diferente. “O fato de acompanharmos a implantação faz toda a diferença do mundo, pois temos a oportunidade de ver acontecer, na prática, o que recomendamos. Mesmo sendo nós contratados para um trabalho, existe a “venda” diária de nosso método, de nossa presença dentro da organização. Precisamos obter um padrão, estabelecer a comunicação com nossos clientes.” Ela diz que aprendeu a trabalhar com diferentes pessoas, culturas, negócios, até mesmo linguagens. Complementando, diz: “creio que obter resultados por meio das pessoas seja o aprendizado diário mais desafiador”. Priscila é graduada em Administração Pública pela FGV, com especialização em Finanças e Métodos Quantitativos. Também fez MBA em Finanças no IBMEC, Mestrado em Sistemas de Gestão na UFF, e cursos de pós-graduação em Controladoria na USP, e marketing na ESPM. Já atua como CL em alguns projetos. |
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![]() Equipe de ROP em projeto no Rio Grande do Sul. Da esq. p/ a direita (abaixo): Ruarinho Santos, Márcio Gonçalves, Ricardo San Pedro e Priscila Nogueira. Acima: Diego Nardim, Delfim Campos, Rodrigo Werneck, Carolina Cameranasi, Tatiana Bringhenti, Gabriel Buffe e José Roberto Soares Lima. ![]() Priscila Nogueira (1ª, da esq. p/ a direita) e equipe do cliente durante negociação de metas de Redução de Despesas. ![]() De pé (da esq. p/a direita): Priscila; Vamberto: gerente de produção linha Café; Rivo: gerente de produção linha Salgadinhos; Tarcísio: diretor industrial; Sentados: Roque: gerente de produção linha; Michelle, gerente de suprimentos; Janaína, coordenadora de Adm Vendas. |
Projetos atuais Atualmente Priscila está em dois projetos: reestruturação para o Governo do Rio Grande do Sul e Redução de Despesas e Aumento de Receita no São Braz, na Paraíba. “No Governo do Rio Grande do Sul, ainda estamos na fase de planejamento. Muitas oportunidades estão sendo avaliadas. Trabalhar para governos é sempre um desafio, pois a questão política e a descontinuidade administrativa podem ser frustrantes. Ao mesmo tempo, é uma forma de engajamento social, pois o resultado de nossos planos de ação possui um impacto mais abrangente na sociedade como um todo. Fazer com que o sistema de saúde, prisional ou qualquer outro órgão do governo funcione de forma mais adequada traz novas perspectivas pessoais e profissionais, acaba sendo também um exercício de cidadania." No projeto do São Braz, ela conta que a etapa atual é de acompanhamento do GMD e GMR. “Toda fase de acompanhamento é fascinante, pois é o momento em que rodamos o PDCA de uma forma muito prática, com resultados visíveis. Requer disciplina de análise, de entendimento da empresa como um sistema. É o momento em que temos que entender porque o café vendeu mais do que a meta, porque faltou matéria-prima para o achocolatado, como vamos fazer para lidar com uma queda de preços no mercado, etc. É o momento de buscar aumentos de produtividade nas embalagens, de mudar as rotinas. Uma fase de acompanhamento é o melhor momento para entender, na prática, o PDCA!”, analisa. O método PDCA e a gestão de empresas: simples de explicar e complexo de praticar! “Apesar de muitos conceitos estarem hoje mais difundidos e conhecidos (metas, indicadores, gestão por processos), sua prática pelas empresas nem sempre é realizada de forma correta. As empresas brasileiras ainda têm uma grande dificuldade em entender que devem trabalhar para eliminar a anomalia e não se estruturar para absorvê-la! Há uma grande confusão entre flexibilidade e falta de padrão, falta de procedimento, falta de critério para trabalhar. As lideranças também precisam entender seu papel, saber dar o exemplo. Priorizar os problemas e atuar nas causas é dificílimo, pois envolve disciplina, diálogo, conhecimento do negócio, humildade. As oportunidades ainda são enormes na gestão das organizações.” Como acionista “O Acordo de Acionistas traz princípios norteadores que entendo serem o ideal dos sócios fundadores. Assim, é uma grande responsabilidade assinar o Acordo de Acionistas, considerando o princípio de “garantir o ideal de dotar o Brasil de uma grande organização competente em absorver, criar, transformar, simplificar e comunicar o conhecimento de métodos gerenciais que são vitais para garantir uma sociedade cada vez mais justa. Ser acionista também traz o sentido de pertencer à organização, ser parte dela. E, é claro, de responsabilizar-se pelo crescimento e compartilhar os bons resultados!” |