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Desde sua graduação em Engenharia Civil, em abril de 2003, Raphael Valle Cruz abraçou a consultoria. Quando ainda cursava o 3º ano de Engenharia Civil, decidiu fazer, ao mesmo tempo, o curso de Administração de Empresas. Ao terminar Engenharia estava no 3ª. ano de Administração. “Percebi que gostava mais de estudar e ler temas relacionados à administração do que à Engenharia e por isso decidi participar do processo de seleção de trainees do INDG. Depois que entrei no Instituto, ainda estava cursando Administração e comecei a fazer um MBA em Finanças nos finais de semana. A partir daí, passei a tomar cada vez mais gosto pela área administrativa e deixei de vez a Engenharia. Infelizmente tive que trancar os dois cursos quando fui convidado a participar de um projeto nos EUA. Desde então já se passaram 5 anos que estou no exterior e não me arrependo nem um pouco da atitude tomada. Na verdade sou muito grato por ter tido esta oportunidade.”Raphael, que atualmente é consultor Sênior 2, participa de um projeto na AB InBev em Leuven, Bélgica e, antes disso, havia atuado por 2 anos (2007 e 2008) como líder de projeto na Gerdau Ameristeel em Cambridge, no Canadá. O acionista diz ser inevitável repetir algo que todos sempre falam, mas que, segundo ele, “é a mais pura verdade: o crescimento foi pessoal e profissional numa velocidade muito maior do que qualquer outro emprego que eu conheça.” Ele destaca que a própria característica dos projetos do INDG já permite a jovens consultores participar de trabalhos importantes, que envolvem altos executivos da empresa cliente. |
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![]() Da esq. p/ a direita: Ana Carolina Gurgel Andrade, Marcelo Faleiro Tavares de Campos e Raphael Valle Cruz. |
“Além disso, ser cobrado por resultados nos deixa habituados a trabalhar sob pressão e com foco em resultados, o que é essencial nos dias de hoje. Ter a oportunidade de morar e trabalhar no exterior realmente ‘abre a nossa cabeça’ e acelera ainda mais o crescimento. Fora do País lidamos constantemente com problemas mais complexos que o normal, pois envolvem diferentes línguas, culturas, valores, etc. Sem falar na parte pessoal, pois ficar longe de amigos e família não é nada fácil. Se o projeto tiver mais pessoas, é imprescindível saber lidar bem com os outros membros da equipe, para uma boa convivência e um bom ambiente de trabalho, pois a convivência com o time vai muito além do horário de trabalho. Mas, como disse anteriormente, vale muito a pena e todos que tiverem essa oportunidade devem seguir em frente”, aconselha. Projeto atual A agenda de Carlos Roberto atualmente está dividida para atender a quatro projetos que estão em fase de conclusão, com acompanhamento dos resultados. Em três desses projetos ele desempenha a função de Líder. Raphael diz que o projeto em que está hoje tem sido muito interessante para complementar o seu aprendizado, pois, desde que se mudou para o exterior, em 2004, sempre havia trabalhado em usinas siderúrgicas e agora está em um negócio completamente diferente (cerveja), além de estar no escritório global da empresa. “Tenho desenvolvido uma visão bem maior e estratégica do negócio como um todo e estou vendo como o trabalho de um escritório global está associado com as várias unidades produtivas ao redor do mundo. |
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Quando estava na unidade produtiva, problemas que envolviam o escritório global eram frequentes. Agora, estou vendo o outro lado. Isso está me ajudando a identificar com clareza os papéis das unidades produtivas e do escritório central, o que me deixa sempre pensando em como os dois podem gerar o máximo de valor para o negócio como um todo. É preciso um alinhamento e uma definição clara das responsabilidades e produtos de cada um para que o negócio flua com harmonia para uma gestão mais eficiente e que gere mais resultados”, analisa. As atividades de Raphael são na cidade de Leuven, na Bélgica, que segundo ele, apesar de pequena, é muito agradável, com vários bares e restaurantes. “É bastante histórica e turística. Além disso, fica a apenas 20 minutos de Bruxelas, que é a capital da Europa. De lá fica fácil ir a qualquer cidade européia durante os finais de semana.” O objetivo do consultor sempre foi aprender e crescer cada vez mais, buscando constantemente projetos desafiadores que o motivem. Como acionista do INDG, Raphael Cruz almeja contribuir para o crescimento e reconhecimento da empresa não só no Brasil, mas também no exterior. “Pude perceber que nós estamos à altura de qualquer empresa, dentro ou fora do País, e nossos serviços realmente são diferenciados, com qualidade e com resultados garantidos.” |
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