RESULTADOSA empresa que não buscar adequar suas atividades ao conceito de
desenvolvimento sustentável está fadada a perder competitividade em curto ou
médio prazo. Investir numa empresa que polui é temerário para qualquer
acionista com um mínimo de visão estratégica. Quanto mais poluidora a
atividade, maiores são os desperdícios, os passivos ambientais, os riscos de
multas, ações judiciais e reivindicações da comunidade. Tecnologias mais
modernas levam em conta, invariavelmente, a redução dos níveis de poluição.
Isto implica mudança de cultura e até mesmo mudança estrutural. A questão
deixa de ser assunto exclusivo de um departamento e se torna parte integrante da
atividade de cada membro da empresa, desde a Alta Administração até o chão
de fábrica.
Para que toda essa revolução cultural aconteça, a implantação de um Sistema
de Gestão Ambiental é imprescindível e os resultados já relatados por
diversas empresas, como os exemplos abaixo, podem ser responsáveis pelo
crescente interesse do empresariado.
• Prevenção de riscos e prejuízos
(acidentes ambientais, passivos ambientais, multas e outras penalidades, ações
judiciais, etc);
• Redução de custos de seguro;
• Observância dos requisitos legais
pertinentes;
• Redução de desperdícios, por meio da
otimização do uso de recursos (matérias-primas, insumos, energia, água) e
aproveitamento de rejeitos;
• Melhor relacionamento com a comunidade;
• Maior agilidade nos processos de
licenciamento;
• Maior competitividade junto a mercados
que valorizam a preservação ambiental (Ecomarketing);
• Acesso a financiamentos com taxas
reduzidas;
• Melhoria da imagem institucional
(conceito de empresa cidadã).
A empresa moderna está atenta a essas questões e considera a gestão ambiental
parte integrante do seu negócio. A implantação de um Sistema de Gestão
Ambiental deve ser uma das prioridades estratégicas de qualquer organização
que queira garantir sua competitividade e sobrevivência no mundo globalizado.
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