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Fazenda: plano de metas pode economizar R$ 1,5 bi
Janeiro de 2010

A Secretaria Estadual de Fazenda colocou ontem na internet seu Plano Estratégico e de Metas 2010, elaborado com a participação e validação dos gestores da pasta e o apoio da consultoria DBM, junto com Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG). O conjunto de medidas propostas poderá contribuir para aumento de R$ 1,5 bilhão na arrecadação este ano, segundo o secretário estadual de Fazenda, Joaquim Levy.

O documento está disponível no portal da Fazenda, no item 6 do banner no alto da página, do lado direito. O objetivo, de acordo com a secretaria, é "consolidar as transformações ocorridas após três anos de ajustes e reorganização em toda a estrutura da pasta".

Uma das principais metas do plano é a mudança para nova sede, na Avenida Presidente Vargas, 670. O novo endereço abrigará um Centro de Processamento de Dados (CPD) e atendimento especial para o público, além de sistemas para melhorar a gestão de crédito tributário e priorizar o atendimento a distância, via internet.

Controle

Também está prevista a adoção do sistema contábil Enterprise Resource Planning (ERP), que permite o controle preciso das receitas e dos gastos do estado, além de vários projetos de treinamento e desenvolvimento profissional dos quadros da secretaria.

A secretaria espera que o plano tenha impactos positivos em diversas áreas, como atendimento ao público, fiscalização e controle dos gastos do estado. "O Plano Estratégico alinha os objetivos dos órgãos e os direciona para o futuro que se espera da Secretaria, permitindo que os gestores definam prioridades e conheçam os impactos de suas ações nas metas de outras áreas", afirmou a pasta, em nota.

A responsabilidade pela execução do Plano Estratégico é descentralizada. Chefes de projetos e seus supervisores, basicamente os subsecretários, deverão entregar as metas nos prazos predefinidos e sinalizar quando houver dificuldades ou necessidades de recursos para a sua realização. O acompanhamento e o monitoramento das ações serão centralizados na Chefia de Gabinete.

A partir de maio, diversas atividades econômicas passarão a ter que transmitir suas informações fiscais via internet, pela Escrituração Fiscal Digital (EFD). O arquivo digital reunirá dados que são apresentados atualmente por meio de livros escriturados em papel, será assinado digitalmente e transmitido ao ambiente Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), conforme Ajuste Sinief nº 2, de 8 de abril de 2009.

Fonte: Jornal do Commércio - RJ.


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