Após auxiliar o Governo do RS a obter ganhos de R$ 3,6 bi, Instituto executará continuidade de Programa para Modernização da Gestão Pública
![]() A governadora Yeda Crusius durante a solenidade de assinatura da renovação do convênio entre o Governo do Estado e PGQP. |
Com a comemoração de grandes resultados obtidos até o final de 2009, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul renovou, no dia 19 de maio, o Projeto de Modernização da Gestão Pública, executado pelo Instituto de Desenvolvimento Gerencial - INDG por meio do convênio com o Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP). Antes das assinaturas da governadora Yeda Crusius e do presidente do conselho superior PGQP, Jorge Gerdau Johannpeter, foram apresentados pelo secretário da Fazenda, Ricardo Englert, os ganhos alcançados na prestação de serviços mais amplos e eficientes à população.
Em 2005, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul iniciou parceria com o INDG, buscando a eficiência na arrecadação por meio da ferramenta de Gestão Matricial de Receita e otimização das despesas, com a aplicação do Gerenciamento Matricial de Despesas. Em 2007, com a prioridade na busca do equilíbrio fiscal pelo novo Governo, o projeto foi ampliado e o INDG coordenou a adoção de novas soluções nos órgãos estaduais, incluindo a Reestruturação Organizacional e de Processos e o Gerenciamento de Projetos.
Com a renovação do projeto, o governo gaúcho está buscando a consolidação dos ganhos e a absorção do método. “A transmissão do conhecimento é importante, mas o fundamental é fazer com que as equipes absorvam os processos, a metodologia, para potencializar o conhecimento e colocá-lo em prática, como vem acontecendo”, destacou Dr. Gerdau durante a cerimônia. "Os números são fantásticos, deram retorno de R$ 3,6 bilhões - ou R$ 95,00 a cada real investido em gestão pública no atual Governo", disse o presidente do Conselho Diretor do PGQP, Ricardo Menna Barreto Felizzola.
No primeiro ano do atual Governo (2007), a receita ultrapassou a meta de R$ 300 milhões e chegou a R$ 602 milhões. O corte de despesas, sem afetar investimentos, atingiu a R$ 327 milhões. Em 2009, ano de crise na economia, o crescimento da receita foi de R$ 515 milhões e, nas despesas o gasto deverá fechar em 6% da receita líquida.
O mais impressionante, segundo o Secretário da Fazenda, Ricardo Englert, foi que o investimento do Estado este ano já supera o total investido em todo o ano de 2009. Foram liberados mais de R$ 1 bilhão do Orçamento. "Temos pressa em devolver à sociedade o que arrecadamos, sob a forma de impostos", observou.
Na Secretaria da Educação foram economizados 28% em gastos com água, com o uso de redutores de vazão em torneiras. Na área da saúde, o custo médio dos medicamentos caiu 30%, pelo fato de o Governo pagar em dia. A reestruturação da CECOM permitiu a economia de R$ 100 milhões entre 2007 e 2009, e com o pagamento das contas o Estado passou de 1,2 mil fornecedores, em 2007, para 11 mil, em 2009. No IPERGS, houve aumento de 2 milhões de atendimentos anuais, passando de 9 milhões em 2005 para mais de 12 milhões em 2009.
Fonte: Assessoria de Imprensa.